Hipertensão Arterial
Ou simplesmente pressão alta, é constatada quando medida por pelo menos três dias consecutivos e ela se apresenta 140 por 90 mmHg ou maior que esse valor. A alta da pressão arterial se dá pela contração dos vasos ocasionando um estreitamento e conseqüentemente há a necessidade de se fazer uma força maior para passar o fluxo sanguíneo.
Se a situação se permanecer por muito tempo, a camada que reveste os vasos vai se machucando e a longo prazo pode ocorrer obstruções ou até mesmo romper levando a um infarto ou até mesmo uma doença vascular encefálica, mas comumente conhecida como AVC, na qual é originária do entupimento vascular no cérebro.
A grande maioria das pessoas que possuem pressão alta é herdada dos pais e devem tomar um cuidado mais redobrado. A falta de atividade física, a obesidade e ingestão excessiva de bebida alcoólica e sal contribuem para o aparecimento e até mesmo o agravamento da doença. Quem já tem esse histórico deve se atear a saúde dos filhos, uma vez que crianças já estão adquirindo a doença devido a péssimos hábitos alimentares.
O tratamento da hipertensão arterial é dado com medicamentos que serão tomados a vida inteira na hora e quantidade prescrita pelo médico e associar com uma melhor qualidade de vida com hábitos mais saudáveis. Mesmo que a pressão esteja normal, ou seja, abaixo de 130 por 80 mmHg deve-se continuar tomando a medicação.
Intervenção da fisioterapia na hipertensão arterial A fisioterapia pode atuar em pacientes hipertensos através de exercícios para reabilitação de um cardiopata. Como exemplo tem o seguinte protocolo: relaxamento inicial por 5 minutos, alongamento de tríceps sural, isquiotibiais, adutores e quadríceps, aquecimento a 40% da freqüência cardíaca máxima, treinamento aeróbico na esteira a 60% do consumo de oxigênio por 30 minutos, desaquecimento por 10 minutos e relaxamento por 10 minutos, 5 vezes por semana durante 6 semanas , com duração de 60 minutos cada sessão de treinamento. Para iniciar este tratamento fisioterapêutico deve-se acompanhar a cada etapa a pressão arterial e a freqüência cardíaca.
Um estudo utilizando este protocolo comprovou que logo na primeira semana os níveis pressóricos haviam diminuídos pós-exercício (GOMES, 2005). Fica comprovado então que com a intervenção da fisioterapia, o efeito agudo do exercício foi eficaz com relação a queda dos níveis pressóricos pós-exercício e mesmo com a redução da dose da medicação anti-hipertensiva, os níveis pressóricos pós exercício continuaram diminuindo. Agindo assim consideravelmente para a melhora do paciente, nunca deixando de fazer o acompanhamento médico e de tomar regularmente a medicação;.
Fonte: www.sbh.org.br / www.fisioweb.com.br
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